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A não ser que você não tenha entrado na internet nas últimas 24 horas, já deve saber a gravíssima falha que afetou o sistema Windows 7, em especial as versões de 32 bits, graças a uma falha num pacote de atualização. 

A Microsoft alega estar ciente do problema, entretanto não apontou a causa, nem previu um prazo para a solução. Para variar, o segredo é desabilitar a atualização com problema, se sua máquina já não foi afetada pelo problema. 

Fato é que até sair uma decisão de como solucionar o problema, recorrendo ao software livre, para conseguir dar manutenção no windows, muitas máquinas foram formatadas, fora as incontáveis horas de serviço perdido. No meu trabalho, por exemplo, quatro máquinas foram afetadas, e apenas uma conseguiu se recuperar. O problema só não foi maior porque as máquinas mais recentes já utilizam a versão de 64 bits, fora os dinossauros que ainda usam XP.

O mais engraçado é que não existe NENHUMA necessidade de utilizarmos o sistema operacional proprietário da Microsoft. Basicamente, editamos documentos usando o BrOffice/LibreOffice, e todos os sistemas tem interface pela web, com perfeito funcionamento através de Firefox, Chrome ou Opera. São vários os decretos priorizando o software livre, mas ainda estamos longe de estabelecer metas de implantação. Na prática, o que se vê na administração pública é que a adoção do software livre, muitas vezes, se resumiu a substituir o pacote Office pelo LibreOffice, sem o treinamento adequado e devida exposição das vantagens de um ou outro. 

Por que não se tem notícia de um grave problema, generalizado, da mesma natureza envolvendo o software livre? Por um motivo muito simples. Por ser aberto, de conhecimento público, e com uma comunidade ativa, qualquer problema de tamanha gravidade seria rapidamente identificado, diagnosticado e corrigido. A transparência é um requisito fundamental para o sucesso do modelo do software livre, e o momento é propício para a reflexão: windows 8 não vende o esperado, e o ainda dominante windows XP deve perder seu suporte no próximo ano. 

Logo, que tal repensar, discutir alternativas e pensar nas alternativas livres que temos por aí? Mesmo com um eventual custo inicial mais alto, para treinamento na nova plataforma, as vantagens em longo prazo são evidentes. Como profissionais e futuros dirigentes de instituições públicas, tal ponderação é fundamental. 

Seja livre, use software livre!

Obs: o autor desta mensagem não teve qualquer preocupação, pois os computadores da residência já foram "libertados". 

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Comentário de João Paulo de Araújo Rodrigues em 8 maio 2013 às 9:47

obrigado

Comentário de Adriana A Chalega em 2 maio 2013 às 10:43

Valeu!!

Comentário de Francisco Oswaldo Melo Linhares em 2 maio 2013 às 10:22

Muito interessante

Comentário de Vivi Alves em 2 maio 2013 às 9:55

Legal

Comentário de João Paulo de Araújo Rodrigues em 24 abril 2013 às 10:49

Muito bom.

Comentário de Jefferson Silva em 15 abril 2013 às 14:13

Legal!

Comentário de Kauan Mocelin em 13 abril 2013 às 14:21

Ubuntu na cabeça!

Comentário de João Batista Lopes Lima em 13 abril 2013 às 13:46

Valeu!

Comentário de Adam Carius em 13 abril 2013 às 13:29

Show!

Comentário de Bruno Avelar em 13 abril 2013 às 12:31

Artigo muito interessante à respeito do Debian: http://debianmaniaco.blogspot.com.br/search/label/debian

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